Apesar de achar importante que a discussão sobre o uso de animais em testes de cosméticos seja feita também no Brasil, um dos coordenadores do CPQBA (Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas) da Unicamp, João Ernesto de Carvalho, se diz cético quanto à viabilidade de vários desses testes.
"Um dos grandes problemas é o valor prognóstico deles. Como você faz, por exemplo, a transposição dos resultados para o olho humano, que é complexo?" --pergunta Carvalho.