Biologia e afins

Estudo relaciona descrença religiosa a QI alto

Um artigo de pesquisadores europeus defende a tese de que pessoas com QI (Quociente de Inteligência) mais alto são menos propensas a ter crenças religiosas. O estudo será publicado na revista acadêmica "Intelligence" em setembro.

O texto é assinado por Richard Lynn, professor de psicologia da Universidade do Ulster, na Irlanda do Norte, em parceria com Helmuth Nyborg, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, e John Harvey, sem afiliação universitária. Lynn é autor de outras pesquisas polêmicas, entre elas uma sugerindo que os homens são mais inteligentes do que as mulheres.

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Morcegos imitam técnicas aerodinâmicas de insetos, diz estudo

Os morcegos recorrem às mesmas técnicas aerodinâmicas dos insetos para se manterem no ar durante vôos lentos ou estacionários, afirma um estudo publicado nesta sexta-feira na revista "Science".

Segundo afirmam os cientistas, quando os mamíferos agitam suas asas totalmente abertas, inclinando-as para baixo, produzem um deslocamento de ar idêntico a um pequeno redemoinho, que gera um empuxo ascendente.

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Catálogo virtual reúne a vida de 30 mil espécies

As estimativas recentes da perda de biodiversidade planetária ajudam a pintar o sombrio quadro da extinção: cerca 12% das aves, 23% dos mamíferos e 32% dos anfíbios já sumiram do mapa. Portanto, o lançamento da Enciclopédia da Vida, realizado ontem nos EUA, antes de tudo é a consolidação de uma ferramenta importante para que políticas de conservação da flora e da fauna mundial possam ser colocadas em prática.

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Fóssil de réptil marinho é o maior já encontrado, dizem cientistas

Cientistas noruegueses afirmam que o fóssil de um réptil marinho gigante encontrado numa ilha do oceano Ártico, em 2006, é o maior já encontrado.

O pliossauro, que viveu na era jurássica, há 150 milhões de anos, foi descoberto numa das ilhas do arquipélago norueguês de Svalbard. Com outros 40 répteis, a espécie forma uma "coleção de tesouros" identificada no local.

Apelidada de "O Monstro" pelos pesquisadores, a criatura gigantesca teria 15 metros de comprimento do focinho à nadadeira.

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Para pesquisador, teste que substitui cobaia nem sempre é viável

Apesar de achar importante que a discussão sobre o uso de animais em testes de cosméticos seja feita também no Brasil, um dos coordenadores do CPQBA (Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas) da Unicamp, João Ernesto de Carvalho, se diz cético quanto à viabilidade de vários desses testes.

"Um dos grandes problemas é o valor prognóstico deles. Como você faz, por exemplo, a transposição dos resultados para o olho humano, que é complexo?" --pergunta Carvalho.

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Biólogo descobre segredo de lagarta que imita fezes

O preço da segurança pode ser humilhante, mas uma borboleta estudada por cientistas no Japão paga com prazer. Na maior parte da sua vida de larva, a lagarta da borboleta da espécie Papilio xuthus imita titica de passarinho. Os cientistas agora identificaram o hormônio responsável pelas suas mudanças de aparência.

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Anvisa aprova teste que detecta HIV pela saliva

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o teste de detecção de HIV por via oral. O exame usa a saliva, sai em 20 minutos e é 99% confiável.

Tal como nos EUA, o teste oral não estará à venda nas farmácias. Será usado em centros de saúde, hospitais, clínicas e laboratórios.

O Ministério da Saúde disse que, com a aprovação, avaliará a inclusão ou não do teste no serviço público. O exame ainda não tem valor definido.

Testes rápidos

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Cientistas chineses descobrem nova espécie de dinossauro

Cientistas chineses anunciaram a descoberta de uma nova espécie de dinossauro herbívoro que poderia medir 5 metros e teria vivido há 60 milhões de anos, informou nesta quinta-feira a agência oficial chinesa "Xinhua".

A espécie foi achada na província chinesa de Zhejiang (lestes). Segundo o paleontólogo Jin Xingsheng, que o encontrou, o animal possuía um pescoço longo e apresenta "traços únicos".

Após estudar os restos fósseis do animal, os cientistas concluíram que pertence a uma nova espécie "que enriquecerá a família dos dinossauros", de acordo com Jin.

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Australianos identificam novas espécies no fundo do mar

Cientistas australianos identificaram espécies marinhas desconhecidas no fundo do mar durante uma viagem pelas águas do leste da Antártida. Águas-vivas com tentáculos de até seis metros, uma aranha-do-mar e fungos gigantes foram algumas das espécies que a equipe do navio Aurora Australis encontrou na viagem.

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